Call of Duty: Warzone chegou na marca de 70 mil jogadores banidos permanentemente desde seu lançamento, que aconteceu no dia 10 de março de 2020. A informação foi publicada pela Infinity Ward em sua conta do Twitter, na última segunda-feira (13). No último dia 31, a Activison publicou em seu blog que "o Warzone tem tolerância zero para trapaceiros", anunciando que já havia expulsado 50 mil jogadores pelo uso de hacks aimbots e wallhacks no Battle Royale. O título da franquia Call of Duty está disponível para download grátis nos consoles Playstation (PS4) e Xbox One, e no PC.

Call of Duty: Warzone atingiu 30 milhões de downloads em 10 dias, e em pouco mais de um mês já conta com mais de 50 milhões de jogadores, o que justifica o grande número de hackers no game. O jogo não usa nenhum tipo de sistema anti-fraude e os trapaceiros são analisados manualmente por uma equipe que trabalha 24 horas, sete dias por semana, por meio de denúncias feitas por outros players.

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Aimbots são softwares executados no computador que modificam arquivos do jogo e fazem o jogador mirar com precisão na cabeça dos oponentes de forma automática. O hack garante um alto número de headshots ao usuário. Já os wallhacks permitem que um player consiga enxergar os inimigos através das paredes. Tanto um quanto outro dão vantagens indevidas a quem os utiliza, além de prejudicarem o desenvolvimento de outros jogadores no game.

Embora 70 mil proibições seja um número grande, provavelmente não acabará com todos os jogadores que usam aimbots e wallhacks. Jogos como Counter Strike: Global Offensive (CS:GO) e Rainbow Six: Siege (R6) também punem de forma sever

... a os usuários que utilizam esses cheats estritamente proibidos pelas desenvolvedoras.

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