League of Legends (LoL), Overwatch e Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO) são games que têm cenários competitivos com muitos jogadores profissionais. Alguns desses atletas ficam conhecidos mundialmente por conquistarem títulos. Outros, no entanto, acabam ganhando fama por terem comportamentos tóxicos. As desenvolvedoras e ligas condenam esse tipo de postura, como xingar, ser racista, xenofóbico e fazer bullying, e os jogadores que se portarem assim podem ser banidos. Relembre, a seguir, cinco atletas dos esports que ficaram conhecidos por serem tóxicos e excederam o limite do profissionalismo e da diversão.

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dafran

Apesar da curta passagem pela Overwatch League, Daniel “dafran” Francesca ainda é um dos jogadores mais queridos e lembrados pelos fãs. Se hoje ele se dedica mais às streams, sua passagem pela OWL foi marcante tanto pelas jogadas criativas quanto por sua seleção pouco convencional de heróis. O player utilizava Torbjorn para gerar risos e confundir os rivais enquanto atuava pelo Atlanta Reign.

O gamer costuma fazer “trollagens do bem” para gerar risos, mas passou quase o ano inteiro de 2017 banido dos eventos da Blizzard por estragar jogos rankeados de propósito. Atrapalhar a competitividade de jogos é considerado um comportamento tóxico e, por isso, Dafran é um exemplo de jogador que confundiu diversão com falta de respeito.

tyler1

Uma das personalidades mais toxicas dos esports é Tyler “tyler1” Steinkamp. O player de League of Legends (LoL) tem um longo histórico de maus tratos a outros jogadores. Um dos casos mais graves aconteceu quando ele sugeriu suicídio para um jogador oponente. O episódio o levou a receber um ban permantente da Riot.

Em seu auge, tyler1 quase entrou no top 10 do ranking da Riot jogando apenas com o herói Draven. Ele perseguia quem jogava com o mesmo personagem, mandando mensagens abusivas e até mesmo criminosas no chat. Graças à má fama, suas participações na cena competitiva ficam limitadas a partidas de showcase, sem afiliações formais com times.

s1mple

A cena de CS:GO conta com grandes jogadores, mas é difícil formar uma lista de maiores talentos sem mencionar o ucraniano Oleksandr “s1mple” Kostyliev, da Natus Vincere. Seu talento foi detectado bem cedo, quando ele ainda jogava a StarSeries IX pela Courage Gaming, mas o player foi banido dos torneios ESL em 2015 e só foi liberado para voltar a jogar em fevereiro de 2016.

Na época, s1mple era tóxico não apenas contra seus rivais, mas também no relacionamento com seus colegas de equipe. Seu ex-companheiro de equipe Markeloff, por exemplo, chegou a comemorar publicamente quando s1mple abandonou o time FlipSid3 Tactics. "Me sinto muito bem por ele ter saído, ele só berrava com a gente o tempo todo”, declarou o atleta.

IWillDominate

A lista não estaria completa sem relembrar um dos primeiros e mais notórios casos de banimento por toxicidade. Christian “IWillDominate” Rivera já se aposentou da cena competitiva de League of Legends (LoL), e hoje atua apenas como streamer da Team Liquid, onde jogava como jungler.

Ainda em 2012, com a LCS NA (Liga Norte-americana de League of Legends) tomando forma, o atleta abusava da toxicidade nas filas ranqueadas e xingava todos que considerava ter um nível inferior. Enquanto ainda atuava pelo Team Dignitas, o jogador foi suspenso do competitivo por um ano e teve sua conta banida permanentemente. Foi o primeiro caso de um pro player banido na história do LoL por conta de seu comportamento tóxico.

xQc

A carreira de xQc é invejáve

... l, e hoje o atleta é um dos cinco maiores streamers da Twitch TV. Antes disso, ele jogou pela Dallas Fuel na Overwatch League e pelo time do Canadá, na Copa do Mundo de Overwatch. Mas, ao longo do caminho, xQc levou várias suspensões graças a sua conduta tóxica em jogos ranqueados.

Ao perder para o Houston Outlaws, por exemplo, xQc usou um stream pessoal para ofender o jogador rival Muma, o que lhe rendeu uma multa e suspensão por quatro jogos. O fim de sua carreira na liga veio em uma transmissão oficial da OWL, quando ele foi suspenso por mais quatro jogos ao usar o emote “TriHard 7”, que tem conotação racista. O Dallas Fuel reagiu dispensando o jogador, que até hoje é conhecido por seu temperamento tóxico, apesar do talento.

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