Segunda-Feira, 16 de Setembro de 2019
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Grandes lançamentos de novos consoles de videogame, como o Xbox One X, ou de novas placas de vídeo top de linha costumam ser acompanhados do termo teraflop. Fabricantes usam a expressão para valorizar a capacidade de seus novos produtos, em geral comparando o registro com o que a concorrência oferece.
Titan Xp: nova placa de vídeo da Nvidia é uma das mais rápidas do mundo Mas, no fim das contas, o que é um teraflop? Essa medida de desempenho faz alguma diferença no seu dia-a-dia e qual é a diferença entre medir a velocidade do computador em GHz e em teraflops?
Performance bruta de processadores de diversos tipos pode ser medida pela quantidade de cálculos que eles realizam em determinado espaço de tempo (Foto: Divulgação/Microsoft)
Performance bruta Computadores de qualquer tipo são, na verdade, grandes máquinas de calcular e basicamente todas as nossas interações com o computador, de enviar um e-mail a rodar um jogo em 4K, se resumem a grandes quantidades de números e cálculos sendo realizadas a todo instante. Por conta disso, a perspectiva de capacidade de uma máquina em realizar cálculos é interessante para se estimar o seu poder bruto de processamento: em geral, quanto mais teraflops o computador, processador ou placa de vídeo atingir, mais rápido ele será e maior capacidade de processamento ele oferecerá. E é aí que entram os tais FLOPS. A sigla refere-se a “operações de ponto flutuante por segundo” e é a medida de performance bruta mais convencional. O Xbox One X, por exemplo, anunciado pela Microsoft como console de videogame mais poderoso de todos os tempos, atinge um registro de 6 teraflops, ou seis trilhões de operações de ponto flutuante por segundo.
E o que é ponto flutuante?
Fabricantes valorizam a quantidade de teraflops em seus produtos (Foto: Divulgação/Nvidia) Parece abstrato e confuso, mas na verdade trata-se de um conceito simples. Quando se fala em “ponto flutuante”, ou no termo original em inglês, floating point, estamos nos referindo a números com vírgula, ou como você deve ter aprendido na escola, os chamados números reais. O tal “ponto flutuante”, na verdade, é a vírgula que pode flutuar, dependendo do cálculo realizado e da quantidade de casas depois da vírgula utilizada. Fazer uma multiplicação ou divisão com números inteiros, que não têm vírgulas, é um processo trivial e simples. Entretanto, realizar as mesmas operações com números reais, que possuem vírgulas, exige mais raciocínio e atenção. E o mesmo conceito vale para...


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