Domingo, 18 de Agosto de 2019
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O uso de células de hidrogênio em drones pode ser uma alternativa para dar aos aparelhos maior autonomia de voo. A Intelligent Energy é a empresa por trás da ideia de adaptar esse tipo de geração de energia aos drones atuais com o uso de uma célula pequena, que pode ser acoplada a um aparelho e ligada às suas baterias. Dessa forma, o acessório gera energia e mantém a bateria carregada para aumentar a capacidade do drone em ficar no ar. Mini drone filma em HD com super bateria e detector de obstáculos Células de hidrogênio funcionam combinando os gases oxigênio e hidrogênio em seu interior. A reação química, que gera vapor d’água, também libera eletricidade, usada para manter as baterias do drone carregadas, mesmo em pleno voo.
Célula de hidrogênio se comporta como gerador de eletricidade para manter o drone voando por mais tempo (Foto: Divulgação/Intelligent Energy)
Além de estender a autonomia dos drones, que hoje raramente passam dos 20 minutos de voo, a célula de hidrogênio também teria a vantagem de reduzir o tempo de espera entre recargas, quando os aparelhos estão no chão. Atualmente, depois de esgotar as baterias, um drone precisa pousar e ter os componentes trocados, ou ser ligado à energia para recarregar num processo que pode levar mais de 40 minutos a duas horas, dependendo do tipo de bateria. Com o uso da célula, a recarga do aparelho enquanto pousado poderia ser agilizada, com o tempo reduzido para uma questão de minutos.
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